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Primeiramente vamos ao significado de “early adopter”, de forma bem direta e sem frescura é aquela pessoa ou empresa que adota novas tecnologias muito cedo, no lançamento de um produto ou serviço, algumas vezes até antes do previso. Ficou claro? Vamos ver algumas dicas de como conquistar essas pessoas, principalmente se a oferta tem potencial esse público servirá para alavancar seus resultados, de forma positiva, claro.

É cada vez mais difícil conseguir atrair usuários/consumidores para o seu produto. Disputá-los em meio a essa gama de redes sociais disponíveis e o mundo dos aplicativos disponíves na app store da apple e do android é um desafio enorme. Uma segunda etapa desse grande desafio é torná-lo viral, fazer com que grandes portais divulguem espontaneamente, blogs que aprovem e recomendem, ou ainda, comunidades criadas apenas para falar disso, seria ótimo.

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Desde sempre o ser humano é o melhor em tudo, bastou perceber que tem um dedo contrário na posição das mãos que teve a certeza que isso o distingue melhor que os demais animais e fingir que pensa também conta. Até essa afirmação que fiz soa a prepotência em enfatizar a superioridade. Infelizmente esse excesso de confiança e se conceituar como dono da razão acaba por conferir há alguns o título de idiota, utilizando eufemismo pode ser chamado também como o chato da roda, da família, do trabalho, de um assunto ou até do mercado.

Uma simples frase dita numa mesa de bar ou numa sala de trabalho dependendo do tom é entendida de diversas formas, imagine isso numa mesa de bar gigante ou uma super mega sala de trabalho como acontece na web, onde alguns que possuem uma rede de relacionamentos maior e digitam uma opinião sobre algo, claro, sem expressar emoção. Sim, isso basta para provocar euforia para muitos por certos comentários, muitas vezes, sem ter a intenção de interpretada pela maioria.

Depois da viralização das redes sociais e o contato superficial entre algumas pessoas do mesmo ambiente, do local ou mercado de trabalho geraram inconvenientes para si e até mesmo para os mais próximos. O que já era costume criticar por debaixo dos panos, algo que sempre acontece com o seu trabalho, seja na área de saúde, exatas e principalmente na humanas que dependem de fatores sociais, psicológicos, geográficos e até de atitudes, hoje acontece no ambiente virtual.

A crítica a imperfeição virou uma bola de neve. Por mais simples que pareça apontar o dedo pro vizinho ao lado não precisaríamos de tamanha repercussão para um comentário privado. Tornou-se uma batalha que tem como arma um megafone numa festa para todos os convidados. O que estamos na verdade é discutido não é o que poderia ser feito, mas o simples prazer de dizer que poderia fazer melhor, de enfatizar que o “dele tá ruim” ou “eu é que sei como faz”. Claro, muitas vezes podemos interpretar erroneamente e olha que isso acontece com frequência.

A falta de senso comum da comunidade obriga aos novos participantes a entrarem pro time agindo da mesma forma. Algumas ações, projetos e ideias como em toda relação que envolva dois lados necessita de respeito, essa característica deve resultar em ética, profissionalismo e muitas vezes chamar pra falar ao pé do ouvido evitará que divergências se tornem públicas. Sinceramente, toda pessoa que se preze não quer mostrar aquele segredinho bobo para todos os seus convidados.