Parabéns. Sem modéstia, com um pouco de humildade, de quem reclama muito daqui, de quem admira essa terra, da decepção de pessoas com um cárater duvidoso, do orgulho da verdadeira hospitalidade, sem muitos adjetivos, dos diversos momentos proporcionados, da evolução do estado que tem crescido lado-a-lado comigo, nos meus 20 anos de pouca história, dos escorregões dados em duas décadas de oligarquias e nepotismo, das promessas de educação ao pódio de algumas instituições, das filas em Postos de saúde aos selos de qualidade de empresas, da falta de perspectiva de mercado à abertura de novas empresas, das vidas que têm sido usadas, embora não sejam menos afortunadas, de um lugar que me sinto filho e que não tenho vontade de ficar órfão.

Felicidades e o desejo de um futuro menos turbulento e com dias ensolarados com menos calor, claro.

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