Exatamente isso amigos. WordPress free foi ótimo enquanto pude aprender a usá-lo, mas já faz algum tempo que tenho meu próprio site e não disponibiliza como blog, apenas exibia as formas de contato e portfólio. Agradeço a todos que visitaram o blog nem que tenha sido por uma única vez e fico lisonjeado pelos que tiveram paciência em voltar. Pois bem, agora o endereço que vocês devem aparecer é esse:

www.itallovictor.com

Pra quem quiser primeiro ler sobre o que falo pode seguir no twitter: @itallo

Mensagens nas cavernas, mensageiros, jornais, telégrafos, televisão, computador, web, redes sociais, iPad. Muito bacana o infográfico que passeia pela história da humanidade para lembrar o passado, o presente e o futuro da criação e distribuição de conteúdo, postado por Tatiana de Mello Dias no blog Link do Estadão:

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Primeiramente vamos ao significado de “early adopter”, de forma bem direta e sem frescura é aquela pessoa ou empresa que adota novas tecnologias muito cedo, no lançamento de um produto ou serviço, algumas vezes até antes do previso. Ficou claro? Vamos ver algumas dicas de como conquistar essas pessoas, principalmente se a oferta tem potencial esse público servirá para alavancar seus resultados, de forma positiva, claro.

É cada vez mais difícil conseguir atrair usuários/consumidores para o seu produto. Disputá-los em meio a essa gama de redes sociais disponíveis e o mundo dos aplicativos disponíves na app store da apple e do android é um desafio enorme. Uma segunda etapa desse grande desafio é torná-lo viral, fazer com que grandes portais divulguem espontaneamente, blogs que aprovem e recomendem, ou ainda, comunidades criadas apenas para falar disso, seria ótimo.

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James Mollison lançou um livro fotos de uma pergunta que algumas pessoas conscientes já tenham feitas a si.  Nada muito complicado de imaginar, mas ao ver o resultado do livro Where children sleep (Onde as crianças dormem), que mostra fotos de crianças em todo mundo e os quartos nos quais dormem. Por tabela acaba retratando um pouco do local, cultura e histórias por onde passou através das crianças. Impressionante.

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Prashant Suryakumar sugeriu algumas ideias no site Mashable, que podem facilitar a análise deste panorama. Confira abaixo:

  • Investir em Informação

Segundo o autor, é imperativo que as organizações tenham boas ferramentas de monitoramento e, ainda, que estas possam ser facilmente integradas aos processos da empresa. Segundo ele, só desta forma é possível ter uma visão 360º – unindo dados tanto do mundo on-line como do mundo off-line.

  • Monitoramento em Tempo Real

A informação em tempo real possibilita resposta rápida a qualquer contingência. As redes sociais exigem que isso seja feito, pois caso contrário, a conversa se perde e você adquire um consumidor insatisfeito. Além disso, a informação em tempo real torna possível verificar o desempenho das diversas ferramentas e das pessoas que fazem uso delas.

  • Análise Emocional

Entende-se análise emocional como a compreensão de que o consumidor toma decisões de compra considerando aspectos não somente racionais, mas também psciológicos e emocionais. Em termos práticos, podemos entender esta análise como a percepção do contexto em que se passa uma conversa, e não somente em seu conteúdo.

  • Novas Métricas

Cada empresa possui necessidades distintas, mas três categorias precisam ser contempladas com métricas eficazes. São elas:métricas que ajudem a compreender a conversa e suas relações (ex.: sentimentos demonstrados), métricas que encontrem pessoas influentes acerca da sua marca (ex.:pontuação de influência) e métricas que demonstrem o real resultado das mídias sociais no negócio.

  • Relacionar Buzz, Marca e Vendas

Pois estas variáveis estão intrinsecamente relacionadas e, freqüentemente, é possível observar relações de causa e efeito entre elas.Testar Mecanismos
O ambiente das mídias sociais é bastante propício para experimentos que podem responder perguntas como “Qual o melhor horário para postar atualizações” ou “Como o buzz influencia este mercado?”.

  • Comportamento de massas

Uma das possibilidades mais incríveis das mídias sociais consiste em poder observar comportamentos e conversas de pessoas em seu ambiente natural. Ou seja, sem o estímulo de pesquisa (que geralmente foca a resposta a uma pergunta, e não o que o consumidor realmente pensa) e sem interferências no discurso. Se um consumidor falar bem da sua marca, é porque ele teve interesse espontâneo em fazê-lo. Explore esta oportunidade de aprender.

  • Design de Produtos

Afinal, a facilidade de comunicação através das mídias sociais não deve ser desperdiçada. Converse com seu consumidor e o que ele pensa do seu produto. Em alguns casos até, pense em produto em conjunto com ele – a colaboração costuma obter resultados espantosos.

Via: Mashable

Pra resumir, no Top 10 de jogos vendidos a franquia tem 4 títulos. Mario que é Mario só tem 2. Modern Warfare 1 e 2, o mais recente BlackOps e World at War são os presentes na lista. Confere no infográfico. Clica na imagem pra visualizar em tamanho completo.

Eu me encaixo na Geração Y e essa notícia fala da Geração Z, daí me pergunto: E os meus filhos? Geração AA, A1, Alfa? E até onde vai o alcance dessa nova turma que me faz achar que sou mais esperto que meus pais e mais leigo que eles que tem uma diferença de idade que não chega a década. João Montanaro é um exemplo do que já acontece hoje e que vai levar muitos futuros pais a pensar como inovar em ensinar seus filhos a estarem prontos cada vez mais cedo. Confere a matéria.

João Montanaro tem apenas 14 anos e há dois trabalha como chargista no maior jornal de circulação nacional do país, a “Folha de S. Paulo”. Neste ano, lançou um livro com charges, tirinhas e quadrinhos. Para se inspirar, ele fuça em blogs de cultura e de outros ilustradores. Ele se desconecta somente durante o processo de criação. “Sento longe do computador para ter as ideias, mas, na hora de desenhar, ouço música, o celular pode tocar…”.

A internet como forma de informação e essa facilidade de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo tornam o garoto a cara de uma geração que começou a fazer história na primeira década desse milênio e continuará dando sua cara nos próximos dez anos. Ele, assim como os demais jovens com menos de 17 anos, faz parte da geração denominada Z, que compreende os nascidos entre 1993 e 2009 – período marcado pelo surgimento da internet e pelo “boom” de aparelhos tecnológicos (celulares, smartphones, computadores, notebooks etc.).

Esse Z pode ser lido como “zapear”, porque os “nativos digitais” cresceram num mundo conectado e, por isso, têm uma grande facilidade de transitar por diferentes canais de comunicação (televisão, internet, celular, mp3 players etc.).

Essa realidade é muitas vezes mal compreendida pelas gerações anteriores – baby boomers (entre 50 e 69 anos), X (entre 30 e 49 anos) e Y (de 18 a 29 anos). “Essas crianças e adolescentes vivem conectados à internet e os pais, muitas vezes, acham que eles deviam estar na rua, brincando, convivendo com outros jovens, mas a vida hoje é vivida de outra forma”, diz a psicóloga Patrícia Alvarenga, coordenadora dos cursos de tecnologia em recursos humanos e processos gerenciais da UNA, em Belo Horizonte, e estudiosa da geração Z. “A interação virtual é uma realidade e os pais precisam entender isso”.

De acordo com Patrícia, ao mesmo tempo em que a interação virtual é uma realidade e deve ser compreendia, ela dificulta a forma como os “nativos digitais” lidam com os conflitos. “Como a principal forma de contato é a internet, numa briga pelo MSN, você simplesmente fica off line, e o conflito permanece latente”, explica.

Autodidatas. Esse “excesso” de tecnologia, por outro lado, tornará esses jovens profissionais multifuncionais e com raciocínio rápido. Apesar de preparados para o mercado de trabalho, a agilidade da geração Z aliada a uma forte tendência autodidata (estimulada pela internet e pelo mundo de informação que ela oferece) afastará os jovens Z dos bancos das universidades.
“Essa geração é desconfiada com os estudos. Eles têm raciocínio muito rápido e não querem estudar a longo prazo. Em 2020, deve haver uma escassez de cientistas, por exemplo, que precisam estudar durante um longo período”, diz Patrícia.

João Montanaro define bem essa desconfiança com os estudos. “Faculdade está difícil, já não é mais como antigamente. Na área em que trabalho, o jornalismo não precisa mais de diploma, e a publicidade já morreu. Prefiro ser autodidata”, resume.


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Fonte: O Tempo